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O papel das Instituições Particulares de Solidariedade Social para o Professor Marcelo

  • barbaradcsantos
  • 10 de fev. de 2019
  • 2 min de leitura

A cidade Algarvia recebeu durante quatro dias as Misericórdias de todo o país. O XIII Congresso Nacional das Misericórdias decorreu em Albufeira durante os dias 7, 8, 9 e 10 de janeiro em que se debateram assuntos socioeconómicos e políticos das realidades das Santas Casas. Os painéis foram tão ricos que a participação dos congressistas foram para além das expectativas contando com mais 700 pessoas.



Os idosos não podem ser “atirados para guetos, não podem ser esquecidos." E o papel das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) é “insubstituível”, pelo espírito de missão e compromisso com os mais desfavorecidos, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa neste sábado. A mensagem de reconhecimento e apoio ao sector da economia social foi deixada no encerramento do congresso.


Marcelo Rebelo de Sousa apela a “um amplo consenso” político para que a Lei de Bases da Saúde inclua sector social como parceiro. Sobre o novo quadro normativo em fase de projecto, disse esperar que haja o reconhecimento do papel “diferente” que é desempenhado por estas IPSS, não se confundindo com as funções desempenhadas pelo Estado e pelos privados. Cooperação para o bem comum? “Sem dúvida”, enfatizou.

Os problemas demográficos, acrescentou, “exigem que haja políticas atentas” às mudanças que estão a ocorrer na sociedade portuguesa. “Não é uma questão ideológica, não é uma questão doutrinária, é puro realismo”, sublinhou.


A Confederação Portuguesa de Economia Social, de que as misericórdias fazem parte, deve adquirir a importância política correspondente à sua relevância social e política: “Espero que seja acolhida no Conselho Económico e Social, que seja possível obter o estatuto de parceiro ou interlocutor social", afirmou ainda.”

Por seu lado, o presidente da União das Misericórdias Portuguesas, Manuel Lemos, fez saber: “Não aceitamos ser descartáveis." O que pretendem estas instituições, disse, não é serem concorrentes com sector publico: “Queremos ser parceiros”, enfatizou.


Marcelo Rebelo de Sousa, pegou na frase e rematou: “Espero não ter que recordar o vosso papel insubstituível." Por fim, depois de ouvir de Manuel Lemos o apoio à sua recandidatura, deixou a frase cair a frase que poderia ser um slogan de campanha: “Eu sou alguém que é sempre portador de esperança."


Notícia retirada do site Público a 10/02/2019

 
 
 

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